Dr. Leônidas assina projeto que cria grupos de apoio a mulheres em situação de violência no Paraná
Como coautor do PL nº 297/2026, o deputado Dr. Leônidas Fávero Neto (PP) reforça seu compromisso com a proteção das mulheres paranaenses — apoiando uma proposta que cria diretrizes para grupos de apoio seguros, sigilosos e de alto impacto social em todo o estado.
Uma bancada unida em defesa das mulheres
A Assembleia Legislativa do Paraná analisa o Projeto de Lei nº 297/2026, que propõe a criação de diretrizes para a implantação de grupos de apoio a mulheres em situação de violência em todo o Paraná. Dr. Leônidas é um dos sete parlamentares que assinam a proposta, ao lado da deputada Cristina Silvestri (PP), autora da iniciativa, e das deputadas Cantora Mara Lima (REP), Flávia Francischini (PL) e Mabel Canto (PP), além do deputado Delegado Tito Barrichello (PL) e Tercílio Turini (MDB).
A coautoria do projeto reflete o posicionamento do Dr. Leônidas em favor de políticas públicas que vão além da resposta repressiva à violência doméstica. Sua assinatura na proposta sinaliza o entendimento de que o enfrentamento à violência de gênero exige também redes de acolhimento contínuas, acessíveis e centradas nas mulheres.
Como funcionam os grupos de apoio propostos
De acordo com o texto do projeto, os grupos deverão funcionar como espaços seguros, sigilosos e não institucionalizados, com participação voluntária. O objetivo é criar um ambiente onde as mulheres possam ser ouvidas, trocar experiências e, juntas, recuperar confiança, autoestima e autonomia.
Os encontros poderão ser conduzidos por mulheres voluntárias — de preferência capacitadas — que também poderão, quando necessário, encaminhar as participantes para os serviços da rede especializada de atendimento. Nenhuma participante é julgada, e tudo o que é compartilhado permanece em sigilo dentro do grupo.
Integração com as políticas de proteção já existentes
O projeto deixa claro que os grupos de apoio não substituem os serviços especializados já existentes — como os previstos na Lei Maria da Penha — mas os complementam. A proposta prevê que o poder público atue de forma integrada, incentivando a criação dos grupos por meio de campanhas informativas, da disponibilização de espaços públicos e de parcerias com organizações da sociedade civil.
Esse modelo de atuação compartilhada, unindo Estado e sociedade civil, é exatamente o tipo de iniciativa que Dr. Leônidas defende: políticas públicas eficientes, sem burocracia excessiva, e que ampliam o acesso das mulheres a redes de suporte psicológico e emocional.
Sem novas despesas obrigatórias ao Estado
Um dos pontos mais relevantes da proposta é seu caráter programático e de baixo custo. O projeto não cria novas despesas obrigatórias para o Estado — a implementação poderá ocorrer por meio da realocação de recursos já existentes, do uso de estruturas disponíveis e da atuação em parceria com entidades públicas e privadas. O texto estabelece diretrizes sem impor execução imediata ao Poder Executivo, tornando a proposta viável e responsável do ponto de vista fiscal.
A coautoria do PL nº 297/2026 reafirma o compromisso de Dr. Leônidas com uma atuação parlamentar completa — que combina a entrega de investimentos concretos ao Noroeste do Paraná com a construção de políticas públicas que protegem e empoderam os paranaenses mais vulneráveis.